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Autoconhecimento: Fator X Para Uma Vida Mais Leve

Posted on: outubro 5th, 2018 by Comunicação | Editora Dufaux No Comments

 

Quem é seu maior inimigo?

 

Na experiência do objeto-referência nos deixamos influenciar pelo que acontece fora de nossa natureza interior: pelas situações, circunstâncias, pessoas, coisas. Nesse estado buscamos incessantemente a aprovação dos outros: nossos pensamentos e comportamentos antecipam-se a toda resposta, porque fundamentam-se no medo. No objeto-referência nossa tendência é querer controlar as coisas, ter necessidade do poder externo. No estado do objeto-referência, o ego está em primeiro lugar. Mas ele não expressa o que realmente você é. O ego reflete apenas a sua autoimagem, a sua máscara social, o papel que você representa. Sua máscara social necessita da aprovação, de controle, de apoio no poder, porque vive com medo.

Um dos fatores com os quais devemos nos preocupar é o medo, que, atualmente, constitui a principal força sustentadora da nossa humanidade. Façamos, por isso, algumas considerações sobre ele.

O medo é o mecanismo de defesa que utilizamos quando somos ameaçados fisicamente, sendo reflexo da dor e base do instinto de preservação adquirido no reino animal. Quando somos ameaçados por alguma possibilidade concreta, como um atropelamento, a presença de um animal raivoso ou uma agressão física, estamos diante de situações em que o medo exerce sua função natural de preservação, sendo, portanto, usado em nosso benefício.

Entretanto, há também as situações em que deslocamos o medo para o campo da mente e utilizamos o pensamento para criar ilusões. Assim, é comum que tenhamos medo do que os outros falam ou pensam a nosso respeito, medo do futuro, medo da morte, medo de perder a saúde, medo de ficar pobre e outros tantos, que nos fazem antecipar algo que não está acontecendo no agora e que talvez nem mesmo acontecerá.

Se observarmos o medo, perceberemos que ele está sempre ligado a algo. Devemos analisar, então, se é algo concreto ou imaginário. Um exemplo de quando sentimos medo ligado ao imaginário é afirmarmos que temos medo do desconhecido. Contudo, isso não é possível, pois essa emoção só existe em relação àquilo que conhecemos ou experimentamos, e o desconhecido, como não existe, não pode nos ameaçar.

Quando falamos “estou com medo de morrer” ou “tenho medo que ocorra um acidente comigo”, baseamo-nos nas experiências ocorridas com outras pessoas ou por aquelas ocorridas com nós mesmos no passado, gerando medo por meio da imaginação do que pode vir a acontecer conosco. Isso demonstra como nosso pensamento funciona baseado, na maioria das vezes, no medo: busca-se a experiência do passado para refletir o que acontecerá no futuro.

Precisamos compreender que quando o objeto do medo é um fato real, estamos reagindo em nosso benefício, mas quando esse objeto se torna imaginário, o medo é ilusório, fazendo com que percamos contato com o agora e, com isso, prejudicando-nos.

Em nosso cotidiano temos, várias situações que demonstram bem a ação maléfica do medo ilusório em nossa vida.

Quando trabalhamos com medo de perder o emprego, reduzimos a capacidade natural de agir, de forma que não assimilamos o fato de que ainda continuamos com nosso trabalho. Sofremos tanto pelo que não está acontecendo, que e a mente induz o cérebro a produzir enzimas e hormônios para atender essa disposição mental. Tudo isso gera desconforto, e o sofrimento ilusório poderá fazer com que percamos realmente o emprego. Se examinarmos mais de perto também o habitual medo da morte que várias pessoas compartilham, veremos que ele é característico da nossa forma de pensar distorcida. Pensamos quando e como vamos morrer, mas não estamos morrendo agora e nem temos como descobrir como essa passagem se sucederá: passar pela morte é bem diferente de pensar sobre ela.

O sofrimento mental está sempre ligado a emoções perturbadoras e nos leva à paralisia.  Temos que estar conscientes de que somos criadores de tudo o que acontece conosco.

Nosso aprendizado se dará no exato momento em que sofremos ilusoriamente por qualquer experiência, conseguindo enxergar que ela é exclusivamente mental, e não concreta. É necessário descobrir como pensamos e ter um nível de consciência do medo anterior ao pensamento. A partir do instante em que modificamos o nosso modo de pensar, vemos a ignorância que o sustenta, despertamos para uma visão consciente do que está acontecendo, e isso faz com que o medo enfraqueça.

Se não nos propusermos a mudar de atitude, o medo continuará influenciando nosso pensamento, tornando-o negativo e pessimista, o que, por sua vez, nos causará sofrimento. Ao contrário, quando compreendermos o medo, tiraremos sua força energética, e ele não terá mais o efeito que tinha antes.

Não por acaso Jesus disse “não resistais ao mal.”[Matheus 5;39]

Assim, a chave para nos libertarmos do medo é vê-lo atentamente, em uma atitude de aceitação do momento energético em que nos encontramos, sem resistência, sem julgamentos ou questionamentos.  Não nos entregaremos ao medo até que ele enfraqueça por si.

Só a compreensão alcançada por meio da percepção do pensar e do sentir fará com que o medo desapareça sempre que ele vier do próprio pensamento. Ter essa capacidade é dar um passo para o encontro com nosso espírito, que não traz o medo em sua essência.

Livro autoral de Samuel Gomes – Psicólogo Humanista Transpessoal

Samuel Gomes – Facebook    

Acesse Sinopse do Livro & Degustação

Loja Dufaux 

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Dicas de Como Lidar com a Mágoa

Posted on: outubro 4th, 2018 by Comunicação | Editora Dufaux No Comments
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“O orgulho vos induz a julgar-vos mais do que sois; a não suportardes uma comparação que vos possa rebaixar; a vos considerardes, ao contrário, tão acima dos vossos irmãos, quer em espírito, quer em posição social, quer mesmo em vantagens pessoais, que o menor paralelo vos irrita e aborrece. Que sucede então? – Entregai-vos à cólera.”

Um Espírito protetor (Bordéus, 1863).

O evangelho segundo o espiritismo, capítulo 9, item 9.

Capítulo  3 - Transforme sua raiva em soluções 

''[...] A mágoa é uma dor que nos sacode para que descubramos velhas ilusões no campo mental.

[...] Para tornar mais prática e compreensível as nossas anotações sobre esse sentimento, examinemos uma de suas máscaras mais pertinentes no comportamento humano, a mágoa.

A raiva é uma emoção, e a mágoa, por sua vez, brota de uma forma inadequada de lidar com aquele acontecimento ofensivo e recebe a qualificação de estado porque perdura no tempo. Aliás, esta talvez seja uma das variações emocionais com maior capacidade de persistir no tempo.

Esse estado de mágoa passa a gerenciar vários padrões de pensamento e comportamento que nos sufocam a níveis emocionais tão severos que podem se transformar em ódio, vingança e tragédia.

Quem se faz de vítima diante da mágoa usa sua raiva contra o outro tentando ignorar sua parcela de responsabilidade para que o fato lesivo ocorresse. Mágoa, todavia, é um contrato bilateral das relações humanas, ou seja, ela não existe sem que haja um ofensor e um ofendido, sem alguém que faça algo para que o outro se sinta lesado mesmo que não tenha havido essa intenção. No entanto, lesar ou ser lesado depende muito das formas de construir a relação e do entendimento de cada qual nesse processo.

Não importa em que situação estejamos, se houve mágoa, encontramo-nos diante de um alerta da vida emocional dizendo: “Sua autenticidade está sendo ameaçada, sua vida está precisando de proteção, você está esperando da vida ou das pessoas o que elas não podem ou querem dar a você.”. É o alerta da raiva propondo proteção.

Cientes de que a MÁGOA pertence à órbita da RAIVA, cuja função é acionar soluções para nos proteger, as perguntas seriam:

-O que a mágoa sufoca em mim?

-Que lesão essa mágoa causou em mim para que eu me sinta ofendido?

-Até onde fui responsável pela existência desse sentimento?

-Que alternativas na conduta posso adotar para evitar a natureza das lesões que me magoaram?

Com as respostas a essas perguntas, podemos encontrar caminhos criativos de saída para a raiva, porque ela será direcionada para desenvolver um processo interior de criatividade a respeito do acontecido e formular ações eficientes e protetivas. Por outro lado, ao nos abstrairmos desse uso terapêutico e libertador, encarceramo-nos no calabouço da ofensa e sofremos a tortura da dor do ressentimento.

Para que perguntas dessa natureza funcionem, basta pensar em algum episódio do relacionamento recente, em como ele aconteceu e em como nos sentimos feridos, e iniciar essa investigação corajosa focada em nós, e não no ofensor, formulando as perguntas anteriormente indicadas e outras que possam nos ajudar a decifrar a finalidade defensiva daquela dor.

Uma das razões mais presentes para camuflarmos a raiva em nossa conduta é a necessidade de passarmos aos outros uma imagem de que estamos no controle, de que somos fortes o suficiente para suportar aquela ferida e de que nada nos atinge. É assim que, além da dor interior, ainda nos impomos uma força que não possuímos para sustentar uma imagem falsa de nós mesmos. Isso aumenta ainda mais o ciclo de raiva e sofrimento, porque o ressentimento não é outra coisa senão a lesão que nós imputamos a nós mesmos por não sabermos lidar bem com a lesão que o outro deixou em nós.

Podemos concluir, depois desse exame singelo sobre a mágoa, que a raiva mal orientada, por certo, é um dos sentimentos que mais nos afasta de nós mesmos, de nossa autenticidade, de nossa real condição interior, e nos fragiliza e agride em contextos que não estamos nos dispondo a avaliar. Não será exagero afirmar que, quando a raiva se apodera de nosso coração em relação a alguém, existe uma enorme chance de estarmos decepcionados é com nós mesmos, e isso é bem mais difícil e desconfortável de examinar, considerando que o padrão mental do orgulho é um dos gestores mais habituais da mágoa.

“O orgulho vos induz a julgar-vos mais do que sois; a não suportardes uma comparação que vos possa rebaixar; a vos considerardes, ao contrário, tão acima dos vossos irmãos, quer em espírito, quer em posição social, quer mesmo em vantagens pessoais, que o menor paralelo vos irrita e aborrece. Que sucede então? – Entregai-vos à cólera.”

Como é raro admitir em nós a existência daquilo que dizem sobre nós ou ter a coragem de saber usar com habilidade a raiva diante dos golpes da vida, para encontrar caminhos inteligentes que nos coloquem em condições de crescer e avançar!

As hostilidades da vida que nos causam tanta dor e descontrole são como um buril que visa a lapidar nossas arestas, transformando-nos em diamantes ricos de beleza, que possam refletir a luz celeste do bem e do amor. Tudo depende de como nos comportamos diante das lapidações que a vida nos apresenta.''

Ermance Dufaux
pelo médium
Wanderley Oliveira

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Links Programas de Estudo do Lançamento A Decisão – Editora Dufaux

Posted on: maio 24th, 2018 by Comunicação | Editora Dufaux No Comments

Olá querido, leitor. Já estão no ar os dois primeiros programas de estudo sobre o lançamento A Decisão: Cristos Planetários Definem o Futuro Espiritual da Terra.
3° Livro da Trilogia de André Luiz pelo médium Samuel Gomes que aborda o processo de regeneração da Terra.

Toda semana dois vídeos estarão no ar no nosso canal do YouTube. Clique aqui para acessar e confira.

Confira tudo sobre o lançamento A Decisão, bem como os vídeos que também estarão disponíveis, em nossas páginas no Facebook!  Link Pagina da Editora Dufaux e pagina do Médium Samuel Gomes.

Você também pode ouvir esses programas sobre o lançamento e vários outros sobre as obras do médium Samuel Gomes sobre o processo de regeneração da Terra, no Programa Regeneração da Radio Boa Nova.

Conheça mais sobre a obra, entre na pagina do lançamento. O lançamento estará disponível a partir do dia 28 de maio.

Bons estudos e muita paz.

Sonhos – 1/3 da vida

Posted on: abril 18th, 2017 by Comunicação | Editora Dufaux No Comments

Em março de 2016, para comemorar o lançamento da obra “1/3 da vida”, a Editora Dufaux realizou um concurso cultural em sua página no Facebook, onde seus leitores  foram convidados a compartilharem algum sonho marcante que tenham lembrança. Várias histórias comoventes foram recebidas e delas 10 foram escolhidas para compartilhar com todos, sendo que 3 estão presentes do livro físico.

Livro disponível em nossa loja virtual, confira!

Se você não se lembra destas histórias, confira agora (lembrando que os autores dos sonhos tiveram seus nomes preservados):

História 1

1ª história: P.N – 34 anos – São Bernardo do Campo/SP

“Já vivi algumas experiências interessantes durante o sono. Uma delas aconteceu quando eu era mais jovem e ainda morava com meus pais. Eu dormia em meu quarto, numa manhã de sábado, devia ser umas 9 horas, mais ou menos. Me vi flutuar até o teto do quarto e quando me virei para baixo vi meu corpo dormindo na cama. A cena não me era estranha, pois costumo desdobrar de forma consciente durante o sono. Não tive nenhum medo, pelo contrário, me animei! Feliz da vida pensei: “Vou aproveitar para volitar um pouco aqui pelo bairro” (algo que adoro fazer). Sem nenhuma dificuldade, atravessei a porta do quarto, que estava trancada, o era imperceptível para mim naquele estado, embora eu soubesse da sua existência no plano físico. Segui pelo corredor até a cozinha, que dava acesso ao quintal, onde eu planejava pular até o teto e de lá sair volitando… Porém, ao chegar na cozinha, me deparei com meus pais tomando o café da manhã tranquilamente e, para minha surpresa, vi meu avô materno, na época recém desencarnado, que os observava com uma feição bastante séria.

Nesse momento me impressionei um pouco e como sei que minha mãe é médium, comecei a segurar em seus ombros e dizer: “Mãe, mãe, o vovô está aqui! Olha ele aí, você não consegue ver ele não? Presta atenção em mim mãe, estou aqui do seu lado!”… Inicialmente ela não me deu atenção, mas quando insisti ela começou a olhar de lado, na minha direção, sem, no entanto conseguir me ver… Eu, inconformada, não tive dúvida, voltei correndo para o corpo, mergulhei nele com o entusiasmo de uma criança e rapidamente me levantei, desta vez perfeitamente acordada e em vigília consciente. Fui correndo até a cozinha, onde a cena seguia, porém, sem que eu pudesse ver o meu avô.

Nem preciso falar que meus pais estranharam muito a cena, eu levantando toda esbaforida, falando que o vô tinha vindo nos visitar e dizendo que estive ali antes e ninguém me viu! Meus pais até que levaram numa boa, pois minha mãe sempre foi médium e esse tipo de coisa acontece mesmo na família… Mais um causo para o arquivo!”

História 2

2ª história: J.R.M – 60 anos – Santo André SP

Eu cresci em uma família onde o espiritismo era coisa do diabo. Até os 35 anos de idade eu passava longe de centros espíritas. Já estava casado e com um filho pequeno e dizia ao meu filho que daria a ele uma educação diferente daquela que tive, com muito amor e carinho, pois meu pai nunca falou de seus sentimentos com seus filhos, sempre durão e fechado! Em uma determinada noite de sono, me vi dentro da empresa que eu trabalhava com minha amiga e dona da empresa me pegando pela mão e dizendo: – Vem comigo até a sala de reuniões, abriu a porta me colocando dentro da sala e saiu. Para a minha surpresa quem estava sentado na cabeceira da mesa era meu pai. Eu disse: “-Pai, o que o senhor está fazendo aqui?” Saí correndo pra dar-lhe um abraço super apertado, não acreditando no que estava vendo. Ele estava mais jovem e muito bonito. Ele me disse: “- Sente-se aqui ao meu lado! Preciso te dizer algumas coisas que você sempre cobrou de mim!!! Eu vim para dizer o quanto eu te amo e o quanto você é importante para mim. Passe para o seu filho o mesmo amor que eu sinto por você!”
Conversamos bastante. Muitas coisas eu não entendia na época, mas foi uma experiência ímpar! No final ele me disse: “Preciso ir. Está na hora.” Levantou-se, me deu um longo abraço disse que muitas coisas iriam mudar em minha vida, me deu outro abraço e se foi.
Foi o único sonho que tive com ele ‘e por causa disso, me dediquei aos estudos da doutrina Espírita, aprendendo e depois trabalhando.
Hoje, com meus 60 anos, me dedico aos trabalhos espirituais de cura, reik e cirurgias espirituais. Sou sacerdote da Umbanda e sempre passo adiante os ensinamentos que recebi!

História 33ª história: R.B.S – Osasco – SP

Há mais ou menos vinte anos eu fui acometida por uma doença de pele a qual me fez sofrer muito. Eram formadas bolhas de água sobre a pele dos membros inferiores, na região posterior da coxa. Todas os dias pela manhã, quando eu acordava, sofria muita dor, pois as roupas de dormir grudavam na minha pele e ao retirá-las elas rompiam as bolhas que sangrava muito, queimava e doía. Todo os medicamentos prescritos pelos médicos não traziam sequer o alívio desejado. Numa noite, após mais de um mês nesse sofrimento, eu me preparava para dormir e já sabendo como seria ao acordar pela manhã, conversei com Deus.

“Meu Deus, o que será que está acontecendo comigo, o que serão essas lesões que tanto estão me fazendo sofrer? Os medicamentos não estão fazendo efeito.” E acabei dormindo. Sonhei que estava num hospital e fui atendida por um médico que aplicou uma injeção intramuscular em minha nádega direita e ao terminar de injetar o medicamento falou que em dois dias eu retornasse para receber outra dose do medicamento. Passados os dois dias, a noite eu tive o mesmo sonho, no mesmo hospital e com o mesmo médico, que novamente aplicou-me outra injeção. Desta vez, na região da nádega esquerda. Na manhã seguinte, já não tive tanta dificuldade para retirar a roupa de dormir, não sangrou e não senti aquela ardência. Depois de ter recebido essas duas injeções, nunca mais tive lesão alguma. Já se passaram trinta anos desse ocorrido, hoje me encontro com 62 anos de idade e tenho uma ótima saúde.

Trabalhei 30 anos num hospital aqui em São Paulo, na Cidade de Osasco e nunca tive doença alguma. Eu sou Enfermeira padrão, gostava e amava o que fazia e por ser uma profissão de risco, sou muito grata a Deus e aos nossos irmãos trabalhadores do plano espiritual por estar aposentada e gozando de boa saúde. Lesões na pele, nunca mais! Tenho a minha pele íntegra, aquelas bolhas tão horríveis, nem cicatrizes deixaram. Graças a Deus e aos nossos irmãos, trabalhadores da saúde do plano espiritual. Todas as vezes que me lembro desse episódio, sinto na minha alma uma felicidade muito grande, uma alegria que não sei explicar. Agradeço pela oportunidade de, através desse relato, poder recordar e sentir essa felicidade e alegria infinita.

4ª história: R.L.AHistória 4

Fui casada por sete anos, dois dos quais fui feliz mas os outros cinco foram só de sofrimento. Fui humilhada, apanhei grávida do meu segundo filho, passei fome, só não morri porque eu escutava a voz de um homem que me dizia que eu só seria feliz se tomasse uma atitude, caso contrário eu morreria. Resumindo, criei coragem e me separei.

Passei a nutrir muito ódio por esse homem, desejava-lhe mal o todo tempo e o culpava por tudo de ruim que um dia me aconteceu.

Já separada as coisas boas passaram a acontecer. Numa noite, ao dormir, me senti num filme, passando tudo o que eu tinha feito com esse homem em outra vida. Eu tinha matado ele e sua amante, deixando uma filha pequena órfã. Passei a entender tudo e, por incrível que pareça, o perdoei. Hoje ele é o meu melhor amigo. Me libertei do sentimento negativo que cultivava e entendi que ele não fez nada sozinho, eu contribui também. Hoje tento ser feliz!

História 55ª história: L.F – Caraguatatuba/SP 

Eu tenho muita facilidade para lembrar de quase tudo quando volto dos desdobramentos, por isso tenho muitas histórias para contar. A mais marcante ocorreu por volta do ano de 2003, quando fui numa zona, que acredito ser a área daqueles que desencarnam por suicídio. Chegando lá vi meu tio José Laerte, irmão de minha mãe. Ele desencarnou com cirrose e câncer no pâncreas, pois era alcoólatra desde rapaz novo. Desencarnou com 48 anos e eu tive a visão nítida do lugar horrível em que ele estava e pior ainda era o estado dele. Além do rosto bem magro e desfigurado o terno e a camisa estavam esfarrapados.

Quando eu e dois senhores o acompanhávamos, ele se apoiava em outros dois senhores de branco. Paramos de frente a um lugar que parecia um portal, do outro lado era claro como o nosso dia aqui. Nos despedimos, ele virou-se, me agradeceu e sumiu. Aí minha avó, também desencarnada, apareceu e agradeceu dizendo que só eu podia ter contato com ele, pois ele não a via.

Eu tinha ido a um centro Espírita e acordei achando que não devia ter ido pois minha mãe é evangélica e dizia que o Espiritismo era algo perigoso. Fiquei intrigada e fui investigar minha história, quando descobri as roupas idênticas que ele usava, o terno xadrex tipo twid, a calça preta, camisa branca e gravata. Eu não o vi quando faleceu, pois estava morando em São Paulo e ele em Piracicaba. O mais interessante é que o terno foi emprestado pelo outro tio, irmão dele e foi descrito idêntico ao que vi no sonho.

Depois de uns dois anos esse tio que era esquizofrênico me disse que meu tio tinha parado de perturbá-lo, que tinha saído de uma gangue e agora passeava e vinha visitá-lo junto com os seus pais. Desde esse dia parei de escutar minha mãe e me tornei frequentadora do Centro Espírita. Tenho vários desdobramentos interessantes e ao deitar, me disponho em orações para servir com os socorristas. Grata, querido Irmão.

6ª história: A.V – Higienópolis/SPHistória 6

Sou espírita kardecista, estudo, frequento e trabalho em um centro espírita há mais de 13 anos. Sempre tive várias premonições de coisas do dia a dia que iam acontecer, como aviso, e tenho sonhos espirituais muito incríveis.

Um deles foi com a minha avó paterna, 3 anos após o seu desencarne, onde ela me pedia ajuda! Eu estava na casa dela, também em São José do Rio Preto, e vi muitas grades em volta e a luz do seu quarto acesa! Tentei entrar e não consegui.

Me assustei porque, de repente , a voz dela soou no meu ouvido, não consegui vê-la, mas estava chorando, me dizendo que estava presa ali e que não conseguia sair desde o seu desencarne! Sentia-se presa à sua casa, às coisas materiais, às pessoas que ainda moravam lá.

Ela foi extremamente católica e jamais admitia falarem em espiritismo! No dia seguinte ao sonho, fui ao centro que eu frequentava e ela estava lá, pedindo ajuda. Uma médium a incorporou e ela falou comigo, pediu desculpas por me assustar no sonho, mas queria muito a ajuda para se libertar. Então, ela foi encaminhada para um local apropriado.

História 77ª história: J.L.C.M – RJ

Minha experiência mais marcante até agora em sono foi a seguinte: No começo estávamos eu e mais três pessoas. Éramos pesquisadores, mas não pesquisadores quaisquer, nós pesquisávamos os motivos das catástrofes naturais em alguns planetas.

No começo do sonho estávamos finalizando um trabalho quando pegamos impulso, como se estivéssemos pulando em dupla e chegamos até um veículo do tipo que eu nunca vi na minha vida e não saberia descrever ao certo. Ele era todo branco e tinha uma forma de elipse, conseguia voar pelo universo de planeta em planeta. Não era parecido com nada que temos aqui.

Depois de um tempo eu e meus companheiros de trabalho chegamos ao planeta Terra. Tínhamos um tempo limite para ficar aqui, pois não éramos adaptados com a atmosfera local. Assim que descemos do veículo começamos a nossa pesquisa. Parecia ser o horário da madrugada. Fomos em cavernas, cachoeiras, praias. Quando percebemos que o tempo estava se esgotando, pegamos as amostras e abraçamos a nossa dupla para pegar impulso e voltar para o nosso transporte. Assim que eu e minha dupla pegamos impulso e pulamos, ao chegar numa certa altura eu escorreguei dos braços do meu parceiro e cai.

Quando meu parceiro percebeu que eu havia caído, ele rapidamente começou a me gritar, me chamando pelo nome de Nariú. E eu gritava desesperada pelo Iurí, caindo de uma altura muito grande. Ao chegar ao chão, percebi que estava no quintal da casa que minha avó mora, onde eu cresci. Tentei pegar impulso vária vezes, mas como estava sem minha dupla não tinha força o suficiente para chegar ao veículo.

Por fim, fui perdendo minhas forças, não conseguia mais me mexer e a atmosfera do local, que não era compatível com a de onde eu vinha, ia me sufocando cada vez mais e eu desfaleci ali mesmo. Ao acordar senti uma pressão muito forte no peito e muita falta de ar, como se a bronquite estivesse atacando.

Depois de acordada eu ainda me senti muito confusa por alguns instantes, sem saber quem eu era e o grito do meu companheiro de pesquisa não saía da minha cabeça. Essa é só uma experiência entre tantas outras q eu tenho e que parece muito real.

Linha do tempo | Apóstolo Lucas

Posted on: março 10th, 2017 by Comunicação | Editora Dufaux No Comments

ARE_FACE 7

  • Do degredo à chegada à Terra: 1,5 à 0,5 milhões de anos a.C.

Consideramos a possibilidade de ter coincidido com a nossa Idade da Pedra, Período Paleolítico, que iniciou há 2,5 milhões de anos atrás e terminou por volta do ano 11.000 a.C. Não podemos precisar com exatidão a chegada, mas sabemos que a ambientação espiritual e física demorou milhões de anos:

“Com o auxílio desses Espíritos degredados, naquelas eras remotíssimas, as falanges do Cristo operavam ainda as últimas experiências sobre os fluidos renovadores da vida, aperfeiçoando os caracteres biológicos das raças humanas. A Natureza ainda era, para os trabalhadores da espiritualidade, um campo vasto de experiências infinitas; (…) no laboratório das forças invisíveis, as células ainda sofriam longos processos de acrisolamento, imprimindo-se-lhes elementos de astralidade, consolidando-se-lhes as expressões definitivas, com vistas às organizações do porvir. Se a gênese do planeta se processara com a cooperação dos milênios, a gênese das raças humanas requeria a contribuição do tempo, até que se abandonasse a penosa e longa tarefa da sua fixação. (…) Assim, pois, referindo-nos ao degredo dos emigrantes da Capela, devemos esclarecer que, nessa ocasião, já o primata hominis se encontrava arregimentado em tribos numerosas. Depois de grandes experiências, foi que as migrações do Pamir se espalharam pelo orbe, obedecendo a sagrados roteiros, delineados nas Alturas.” – A caminho da Luz – Emmanuel, psicografia de Chico Xavier, Capítulo 3.

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  • Reencarnação da primeira leva de capelinos: a partir de 11.000 a.C.

A primeira grande leva de capelinos – Projeto Adão – reencarnou no Período Meolítico (10.000 a 3.000 a.C. ) no qual surgiram o desenvolvimento da agricultura, o armazenamento de alimentos, a domesticação de animais, a permanência dos grupos em moradias fixas e o consequente desenvolvimento das primeiras comunidades  – tribos, aldeias, vilas. Este período é representado espiritualmente pelo advento do dilúvio:

“A descrição da construção da arca era, na realidade, a construção dos corpos que servem ao espírito, com a finalidade de lhes proporcionar melhor utilidade e desdobramento de sua capacidade interior. É assim que foi descrita uma nova aliança entre Deus, Noé e sua descendência – os espíritos já aperfeiçoados – para encher a Terra. Assim, introduziu-se uma consciência que deveria compreender que o Universo era regido por uma Inteligência Superior, germinada nas nascentes da fé e fundida pela religiosidade que, até esse momento, era sustentada principalmente pelo medo do sofrimento eterno, um dos tipos de refreamento que se utiliza para lidar com a primitividade dos seres. Necessário mostrar que existia um Ser que poderia ser mais forte do que eles, amenizando desta forma as agressões e forças brutas tão sustentadas. Além do aspecto ligado a fé, era necessário o desenvolvimento tecnológico básico e o progresso de outros fatores que marcariam as civilizações do futuro.”. A redenção de um exilado, Lucas, psicografia de Samuel Gomes, capítulo 11.

“Quanto ao fato de se verificar a reencarnação de Espíritos tão avançados em conhecimentos, em corpos de raças primigênias, não deve causar repugnância ao entendimento. Lembremo-nos de que um metal puro, como o ouro, por exemplo, não se modifica pela circunstância de se apresentar em vaso imundo, ou disforme. Toda oportunidade de realização do bem é sagrada.”. – A caminho da Luz – Emmanuel, psicografia de Chico Xavier, Capítulo 3.

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  • Civilizações antigas: De 3.000 a 1 ano a.C.

As informações históricas registram que estas grandes civilizações surgiram por volta do quarto milênio a.C. com a característica principal de terem se desenvolvido às margens de rios importantes, como o rio Tigre, o Eufrates, o Nilo, o Indo e do Huang He ou rio Amarelo. A Mesopotâmia é considerada o berço da civilização. Esta região foi habitada por povos como os Acádios, Babilônios, Assírios e Caldeus. Entre as grandes civilizações da Antiguidade podemos citar ainda os fenícios, sumérios, os chineses, os gregos, os romanos, os egípcios, entre outros.

É neste período que a civilização do Egito estabelece sua supremacia no ocidente e, por ocasião da grande fome, recebe a migração dos filhos de Israel, que viviam no Hebron para o Egito. Esta migração se iniciou quando José é constituído regente do Egito e, como filho do hebreu Jacó, determina a vinda de sua família. Não há dados exatos sobre as datas, mas estima-se que tenha ocorrido por volta de 1.700 a 1550 a.C. No começo, enquanto José era Vice-Rei do Egito, os israelitas gozavam de liberdade. Mas, depois de 400 anos, o Povo de Deus estava submetido à dura escravidão na terra dos Faraós.

É neste período que Moisés reencarna com a missão de libertar o Povo de Israel para que ele cumprisse, com liberdade, a fixação da fé no Deus único Estima-se que Moises nasceu no ano de 1592 a.C. e morreu em 1472 a.C., aos 120 anos.

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  • A volta dos primeiros exilados: 550 a.C.

Com o desenvolvimento da sociedade terrena, com o estabelecimento das grandes cidades, com o desenvolvimento científico, artístico e cultural, muitos espíritos capelinos já se encontravam liberados para voltar ao planeta de origem. Tinham conseguido, com muito esforço e dedicação, a sua redenção moral, colaborando intensamente para o progresso dos homens naturais da Terra.

“Depois dessa edificação extraordinária, os grandes iniciados do Egito voltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos. Com o seu regresso aos mundos ditosos da Capela, vão desaparecendo os conhecimentos sagrados dos templos tebanos, (…)” A caminho da luz, Emmanuel, psicografia de Chico Xavier, capítulo 4.

A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano às margens do rio Nilo, entre 3.200 a 32 a.C., quando passa ao domínio romano. Podemos pensar no retorno dos capelinos ocorrendo mais para o fim deste período.

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  • A vinda do Cristo e O Consolador Prometido: Ano 1 à 1857 d.C.

 O nascimento do Cristo marca o fim da Idade Antiga e o Inicio da Era Cristã. O Anno Domini (expressão em latim¹ que significa: “ano do Senhor”), é uma expressão utilizada para marcar os anos seguintes ao ano um² do calendário³ mais comumente utilizado no Ocidente, designado, ainda, como “Era Comum”. A vinda de Jesus já estava programada por Ele quando recebeu os capelinos aqui na Terra em um encontro sublime:

“E para que não se sintam sós, Eu mesmo estarei um dia com vocês na face da Terra, para relembrar-lhes o compromisso agora firmado entre os seus corações e o meu, que já os ama e reconhece que empregarão suas vidas em benefícios dos novos filhos do coração, entregues a mim pelo meu Pai, para desenvolver neles a fonte de água viva que trazem no próprio interior e que um dia lhes matará a sede de crescimento para a comunhão com o coração amoroso do Pai.”. A redenção de um exilado, Lucas, psicografia de Samuel Gomes, capítulo 8.

O Consolador PrometidoLivro dos espíritos lançado em 1857 – 1857 foi predito por Jesus antes de partir: “Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.” – João 15:26.  No Evangelho segundo o espiritismo se lê:

“Jesus promete outro consolador: o Espírito de Verdade, que o mundo ainda não conhece, por não estar maduro para o compreender, consolador que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para relembrar o que o Cristo há dito. Se, portanto, o Espírito de Verdade tinha de vir mais tarde ensinar todas as coisas, é que o Cristo não dissera tudo; se ele vem relembrar o que o Cristo disse, é que o que este disse foi esquecido ou mal compreendido. O Espiritismo vem, na época predita, cumprir a promessa do Cristo: preside ao seu advento o Espírito de Verdade. Ele chama os homens à observância da lei; ensina todas as coisas fazendo compreender o que Jesus só disse por parábolas. (…) Vem, finalmente, trazer a consolação suprema aos deserdados da Terra e a todos os que sofrem, atribuindo causa justa e fim útil a todas as dores.” – Capítulo 6, Item 4.

 

*Datas estimadas, sem comprovação histórica

¹  https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim

² https://pt.wikipedia.org/wiki/1

³ https://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio

https://pt.wikipedia.org/wiki/Era_Comum

 

 

Resultado do Sorteio | Futuro Espiritual da Terra

Posted on: agosto 1st, 2016 by Comunicação | Editora Dufaux No Comments

Olá, tudo bem?

Na primeira semana de julho lançamos a promoção de lançamento do livro “Futuro Espiritual da Terra”, onde todos aqueles que comprassem em nossa loja virtual – www.dufaux.com.br – ao longo do mês de julho estariam concorrendo ao quebra-cabeça com uma mensagem exclusiva de André Luiz psicografada por Samuel Gomes.

Hoje, 1 de agosto, realizamos o sorteio que aconteceu da seguinte forma:

  • Primeiramente listamos no excel os nomes dos clientes que adquiriram a obra “Futuro Espiritual da Terra” em nosso site durante o mês da promoção. Lembrando que esta lista foi por ordem de compra;
  • Em seguida, através do aplicativo sorteador.com.br, sorteamos 10 números;
  • Por fim voltamos à lista criada no excel e identificamos os nomes dos vencedores a partir dos respectivos números listados pela ordem da compra.

Entraremos em contato com os vencedores por e-mail.

Confira abaixo o print da tela do sorteio e a lista dos vencedores:

NUMEROS SORTEADOS

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Nota de Esclarecimento | Futuro Espiritual da Terra

Posted on: junho 7th, 2016 by Comunicação | Editora Dufaux No Comments

 

“Não esqueçamos que o Espiritismo não está acabado; não fez ainda senão colocar suas estacas; mas para avançar com segurança, deve fazê-lo gradualmente, à medida que o terreno estiver preparado para recebê-lo, e bastante consolidado para nele pôr o pé com segurança, […] os Espíritos superiores procedem, em suas revelações, com uma extrema sabedoria; não abordam as grandes questões da Doutrina senão gradualmente, à medida que a inteligência está apta a compreender as verdades de ordem mais elevada, e que as circunstâncias são propícias para a emissão de uma ideia nova. É por isso que, desde o começo, não disseram tudo, e ainda não disseram tudo hoje, não cedendo jamais à impaciência das pessoas muito apressadas, que querem colher os frutos antes de sua maturidade.”.  Allan Kardec, Revista Espírita, junho de 1965 

Queremos agradecer aos nossos leitores pelas palavras de apoio e incentivo, bem como àqueles que trouxeram suas dúvidas e críticas positivas a respeito da obra, pois creio que o fazem com o cuidado imprescindível para que a Doutrina Espírita caminhe com segurança e prossiga nos esclarecendo. É com a mente aberta que trazemos algumas ponderações e esclarecimentos acerca do livro O futuro espiritual da Terra.

A referida obra, na pessoa do médium Samuel Gomes, teve todos os seus direitos autorais cedidos para a Associação Religiosa Grupo de Estudos Espíritas Os Mensageiros, CNPJ nº 17.581.174/0001-98, com sede na rua Flor de Pepino nº 87, bairro Jardim Filadélfia, Belo Horizonte – MG. Assim também aconteceu com os direitos autorais do livro Regeneração, em harmonia com o Pai.

Com relação ao fato de que André Luiz esteja reencarnado nada podemos afirmar. Mesmo após séria e persistente pesquisa não conseguimos nenhuma informação concreta sobre o assunto, a não ser um conjunto de suposições e possibilidades não comprovadas. O que é de conhecimento e senso comum no Movimento Espírita é que Emmanuel está reencarnado no interior do estado de São Paulo.

Tendo em vista a necessidade de expandir os ensinamentos espíritas, conforme nos destaca Kardec no texto acima, trago algumas questões para nossa reflexão:

 

  • * Uma vez que os espíritos superiores precisam dar continuidade ao seu trabalho, estará esta intenção limitada às disponibilidades estabelecidas por um grupo específico?
  • * Os amigos espirituais estarão plenamente satisfeitos com os rumos que o Movimento Espírita deu ao Espiritismo?
  • * Estariam os ensinos superiores destinados a estacionar pelo engessamento das convicções humanas?
  • * Como eles podem nos trazer novos ensinamentos se há restrições às suas comunicações, visto que devem se dar somente pelos médiuns conhecidos e declarados como sendo os únicos que têm autoridade moral para recebê-los?
  • * Será que não reencarnaram outros médiuns com a difícil tarefa de dar prosseguimento à transmissão dos ensinamentos da Doutrina Espírita?
  • * Quando os médiuns da atualidade desencarnarem como faremos para continuar a receber as orientações da espiritualidade superior?
  • * Os amigos superiores responsáveis pela divulgação da Verdade na Terra abriram mão de suas missões e partiram para instâncias superiores sendo que a Terra ainda está vivendo os últimos períodos de um mundo de provas e expiações?
  • * Não estarão eles interessados em presenciar nossos primeiros passos rumo à Regeneração e também colaborar em tão importante conquista?

 

Não falo aqui em nome dos espíritos superiores, mas expresso minhas humildes reflexões em torno dos desafios que todos enfrentamos nesta hora e que também os amigos espirituais devem enfrentar, pois, provavelmente, estejam na expectativa para se manifestar e dar continuidade ao seus trabalhos, porém não conseguem encontrar interlocutores sérios, com o coração confiante e a mente aberta para receber as novas revelações e assumir o risco de trazê-las a lume, pois só se deparam com pessoas que, mesmo muito bem intencionadas, carregam temor diante do convite para sair da zona de conforto consolidada.

Infelizmente esta é a realidade do Espiritismo de hoje porque existem várias crenças espiritistas estabelecidas a partir das quais somente alguns poucos médiuns e espíritos podem levar adiante a bandeira da Verdade, sem que ninguém se disponha a investigar as coerência e teor dos seus ensinamentos, como se isso fosse um desrespeito para com a espiritualidade maior e crenças alheias, não atentando, porém, que os que pensam dessa forma estão indo contra os desígnios do codificador, tornando a Doutrina dos Espíritos mais parecida com algumas seitas sectárias do que com uma doutrina liberta de preconceitos e sofismas e que fala à razão sem medo das represálias.

Cabe a cada espírita trabalhar no Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos e, a partir da leitura criteriosa de uma obra e da análise e estudo do seu conteúdo emitir uma opinião séria que, mesmo sendo contrária às crenças de quem a recebe mediunicamente e publica, encontrará por parte destes o respeito e o acatamento sincero que merecem.

Evitemos as agressões e polêmicas desrespeitosas porque, como bem sabemos, as demandas são sempre prejudiciais. Mas que fique claro que cabe a cada um o direito de analisar o que lhe é útil, o que lhe convém e o que pode ser admitido como crença pessoal.

A obra passou pela análise criteriosa, racional e lógica quanto à coerência doutrinária, realizada por vários estudiosos da doutrina que se dedicam a isto há muitas décadas. Os pontos inovadores que não encontraram suporte em bibliografia já existente foram deixados na íntegra por fidelidade aos autores espirituais e como indicação de temas a serem pesquisados e estudados e que estarão no aguardo de outros trabalhos para futuras confirmações.

Tomamos a liberdade de, entre todos os retornos que recebemos da análise da obra, compartilhar apenas um, tomando o cuidado de ocultar o nome deste companheiro conhecido do Movimento Espírita por já atuar nele há mais de sessenta anos e ter várias obras publicadas como médico espírita, para que não pareça a ninguém que estamos tomando sua palavra como aval de nossas intenções de trabalho:

“Cara Maria, li o livro que você me solicitou. Achei muito bom e sem nenhuma objeção. Se André Luiz participou ou se houve aquela reunião com a presença do Cristo, não podemos afirmar, mas eu jogaria nove fichas em dez de que sim. O livro é muito alentador. Comungamos com aquelas ideias que não são de todo novas. O estilo literário lembra muito o das psicografias anteriores do autor espiritual. Um livro para se ler, reler e meditar.”

Como responsável editorial da Editora Dufaux não tenho a presunção de deter o conhecimento da verdade. Publicamos a obra na plena consciência dos possíveis questionamentos que ela traria, mas com a certeza de que prefiro pecar pelo excesso de confiança e coragem do que pela omissão. Após a nossa análise e averiguação transferimos aos nossos leitores a importante responsabilidade de não se omitirem com relação ao livro.

A Editora Dufaux, nos seus dez anos de existência, tem assumido o compromisso de publicar conteúdos sérios e plausíveis, sem querer gerar sensacionalismo ou impor novas verdades, mas também nunca se omitiu diante do compromisso assumido em sua fundação: o de abrir um canal de comunicação entre os dois planos para que possa dar ao ser humano mais consciência de si mesmo e do seu papel no universo.

Em nossas publicações nunca tivemos a expectativa de receber a aprovação de organizações institucionais, embora elas recebam o nosso respeito e acatamento, uma vez que por mais de vinte anos atuamos diretamente nestas frentes de trabalho tanto a nível estadual quanto nacional.

Acrescento aos irmãos de doutrina que se ficarem na dúvida entre aceitar ou não as revelações trazidas nesta obra, fiquem com Kardec e as obras complementares. Tenho certeza de que todos nós colheremos frutos promissores de acordo com nossos ideias mais nobres.

Com meu afetuoso abraço,
Maria José da Costa –
Responsável editorial da Editora Dufaux

 

PALAVRAS DO MÉDIUM SAMUEL GOMES

O processo da produção mediúnica do livro foi realizado diariamente, em ambiente particular e horários predeterminados, com a produção de dois capítulos por dia, sendo que, antes de psicografar esses capítulos sempre recebia uma mensagem consoladora, de espíritos diversos, muito próximas das psicografadas por mim ao longo de mais de vinte anos de frequência às reuniões mediúnicas, as quais encontram-se no livro “Regeneração, em harmonia com o Pai”.

O conteúdo desta obra é sobre a Terra regenerada e André Luiz reproduziu as orientações recebidas de Clarêncio sobre este tema, aproveitando os acontecimentos e circunstâncias que surgiam em torno dos trabalhos espirituais dos quais eles participaram. O tema é apresentado de forma lógica, racional e consistente após ser submetida a averiguações de pessoas sérias e de conhecimento doutrinário expressivo. Não há como estabelecer comparações tomando por base o tema, mas sim as características da escrita muito peculiares às do autor espiritual. Acredito que o leitor poderá fazer essa averiguação ao lê-la.

É um livro espírita, de conformidade com as obras básicas e complementares que trata dos princípios da doutrina numa visão da Terra em regeneração. O que podemos afirmar, é que se existe qualquer adendo ou falha estes são de ordem pessoal do médium e toda a beleza e expressões de verdade nascem do coração dos amigos do plano maior.

Este livro passou por vários critérios de análise e verificação doutrinária e pode contar com a abnegação do autor espiritual para esclarecer alguns questionamentos a fim de que a obra pudesse chegar às condições em que se encontra hoje.

Fico à disposição para outros esclarecimentos, dentro das minhas limitações, tentando responder as dúvidas dos leitores e, mesmo assim, só posso falar como médium, convidando-os a estudá-la, assim como eu o faço.

Desejo muita paz ao coração de todos! 

Samuel Gomes

 

Mães de nossas histórias

Posted on: maio 2nd, 2016 by Comunicação | Editora Dufaux No Comments

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A relação mãe e filho é uma das dádivas que Deus nos concede ao encarnarmos.
Entretanto, a missão que uma mãe e um filho tem um com o outro pode ser surpreendente e reveladora.

O dia das mães está chegando e queremos te convidar a se inspirar e conhecer as “Mães de nossas histórias”.

 

o lado oculto da transição planetária maria modesto wanderley oliveira editora dufaux livro

 

#Mãesdenossashistórias
Livro: O lado oculto da transição planetária
Personagem: Elvira
História: quando o amor supera o preconceito

Elvira é dirigente de um centro espirita e se depara com uma situação que vai contra suas crenças. Ao saber que o médium da casa, Paolo, é gay, ela quer que o mesmo seja afastado de suas atividades.


Porém, ela sente uma pressão emocional muito forte ao passar por este fato, principalmente por seu filho de dezesseis anos também ser homossexual. Como mãe, começa a refletir sobre o verdadeiro sentido do amor.


O emocionante final dessa história se encontra no livro “O lado oculto da transição planetária”. COMPRE O LIVRO AQUI

 

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#Mãesdenossashistórias

Livro: Perdão, a chave para a liberdade
Personagem: Luiza
História: superando a perda de um filho

Luiza é uma mulher de muita fé, perdeu o filho ainda criança e mesmo assim precisou se reerguer rapidamente para que seu lar não desmoronasse.


Apesar de extremamente abalada com sua perda, não se deixou levar pelas forças das trevas e, juntamente com o auxílio espiritual seguiu firme em sua missão. 
Sua fé e perseverança foram essenciais para resgatar seu marido dos caminhos tortuosos.

Para conhecer mais das provações e desafios enfrentados por esta mãe guerreira, leia “Perdão, a chave para a liberdade”. COMPRE O LIVRO AQUI

 

o lado oculto da transição planetária maria modesto wanderley oliveira editora dufaux livro#Mãesdenossashistórias

Livro: O lado oculto da transição planetária
Personagem: Suzana
História: O desafio de ser médium

Como médium saneadora, Suzana tem o desafio de aprender a lidar com a conduta emocional, que exige disciplina sobre suas características de mulher controladora que ultrapassa muito os limites da mãe zelosa e cuidadora.


Ela confunde suas obrigações com o controle e isto desgasta o laço de afeto com seus filhos. Até que ponto ela irá controlar a realidade por medo do que possa acontecer?

Leia a história de Suzana no livro “O lado oculto da transição planetária”. COMPRE O LIVRO AQUI

 

ENCONTRO#Mãesdenossashistórias

Livro: Um encontro com Pai João
Personagem: Sabrina
História: superando o medo de decepcionar o outro

Sabrina está sofrendo com uma sobrecarga de medos. Na esperança de que seus filhos tenham uma vida melhor do que a dela, ela projeta suas expectativas neles. Para ela, dizer não a um filho é covardia e insensibilidade.

Sua disponibilidade excessiva como mãe, acaba por torná-la controladora, atrapalhando sua relação de afeto com os filhos. Seria ela capaz de viver com uma disciplina positiva e edificante na rotina dos dias?

Leia a história de Sabrina no livro “Um encontro com Pai João”. COMPRE O LIVRO AQUI

Concurso Cultural “Experiências durante o sono”: Café da manhã

Posted on: abril 1st, 2016 by Comunicação | Editora Dufaux No Comments

1ª história: P.N – 34 anos – São Bernardo do Campo/SP

“Já vivi algumas experiências interessantes durante o sono. Uma delas aconteceu quando eu era mais jovem e ainda morava com meus pais. Eu dormia em meu quarto, numa manhã de sábado, devia ser umas 9 horas, mais ou menos. Me vi flutuar até o teto do quarto e quando me virei para baixo vi meu corpo dormindo na cama. A cena não me era estranha, pois costumo desdobrar de forma consciente durante o sono. Não tive nenhum medo, pelo contrário, me animei! Feliz da vida pensei: “Vou aproveitar para volitar um pouco aqui pelo bairro” (algo que adoro fazer). Sem nenhuma dificuldade, atravessei a porta do quarto, que estava trancada, o era imperceptível para mim naquele estado, embora eu soubesse da sua existência no plano físico. Segui pelo corredor até a cozinha, que dava acesso ao quintal, onde eu planejava pular até o teto e de lá sair volitando… Porém, ao chegar na cozinha, me deparei com meus pais tomando o café da manhã tranquilamente e, para minha surpresa, vi meu avô materno, na época recém desencarnado, que os observava com uma feição bastante séria.

Nesse momento me impressionei um pouco e como sei que minha mãe é médium, comecei a segurar em seus ombros e dizer: “Mãe, mãe, o vovô está aqui! Olha ele aí, você não consegue ver ele não? Presta atenção em mim mãe, estou aqui do seu lado!”… Inicialmente ela não me deu atenção, mas quando insisti ela começou a olhar de lado, na minha direção, sem, no entanto conseguir me ver… Eu, inconformada, não tive dúvida, voltei correndo para o corpo, mergulhei nele com o entusiasmo de uma criança e rapidamente me levantei, desta vez perfeitamente acordada e em vigília consciente. Fui correndo até a cozinha, onde a cena seguia, porém, sem que eu pudesse ver o meu avô.

Nem preciso falar que meus pais estranharam muito a cena, eu levantando toda esbaforida, falando que o vô tinha vindo nos visitar e dizendo que estive ali antes e ninguém me viu! Meus pais até que levaram numa boa, pois minha mãe sempre foi médium e esse tipo de coisa acontece mesmo na família… Mais um causo para o arquivo!”

Wanderley Oliveira: palestras Rio de Janeiro

Posted on: abril 1st, 2016 by Comunicação | Editora Dufaux No Comments

Dos dias 13 a 17 de abril Wanderley Oliveira cumpre uma agenda de palestras no Rio de Janeiro.

Se você mora ou estará na cidade neste período fica o convite para participar desses eventos. Confira a agenda completa:

13 de abril de 2016 (quarta-feira)
Lar de Frei Luiz
Horário: 17h
Estrada da Boiúna, 1367 – Taquara Jacarepaguá
http://www.lardefreiluiz.org.br/

14 de abril de 2016 (quinta-feira)
Casa Espírita Cristã Maria de Nazaré
Horário: 20h Rua Almirante Guilhem, 265 – Leblon
http://www.rita.org.br/

15 de abril de 2016 (sexta-feira)
Grupo Espírita Regeneração
Horário: 19h30 R. São Francisco Xavier, 609 – Maracanã
http://www.regeneracao.org.br/

16 de abril de 2016 (sábado)
Sociedade Espírita Ramatis
Horário: 14h às 18h (workshop) Rua José Higino, 176 – Tijuca
http://www.ramatis.com.br/home/

17 de abril de 2016 (domingo)
Grupo de Estudos Integrais Demétrius
Horário: 9h Rua do Romancista, 96 – Ilha do Governador
http://www.geid.com.br/