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A mente e nossa imunidade

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O conteúdo deste capítulo ainda não pode ser comprovado plenamente pela ciência terrena, nem por muitos de nossos postulados espíritas. Ele tem origem inspirativa e também está fundamentado no pensamento de instrutores espiritualistas, encarnados ou desencarnados, como Chico Xavier, André Luiz, Joanna de Ângelis, Deepak Chopra e Trigueirinho.

Cuidar de nossos pensamentos e sentimentos é a melhor forma de qualificar nossa imunidade.

Sentimentos como o medo, o ódio e o rancor fragilizam nosso campo energético, abrindo as portas do organismo para vírus e bactérias. Vejamos o que nos fala o espírito André Luiz no capítulo 20 da segunda parte do livro Evolução em dois mundos:

“Excetuados os quadros infecciosos pelos quais se responsabiliza a ausência de higiene comum, as depressões criadas em nós por nós mesmos, nos domínios do abuso de nossas forças, seja adulterando as trocas vitais do cosmo orgânico pela rendição ao desequilíbrio, seja estabelecendo perturbações em prejuízo dos outros, plasmam, nos tecidos fisiopsicossomáticos que nos constituem o veículo de expressão, determinados campos de rutura na harmonia celular”.

Quantos vírus circulam em nosso corpo carnal? Por que nem todos se manifestam? Por que nem todos dão surgimento a doenças? Quantas pessoas são portadoras do HIV, por exemplo, mas transitam pela vida física com a saúde harmonizada? A explicação para tais questões, a nosso ver, reside no equilíbrio dos pensamentos, dos sentimentos e das emoções.

Segundo o filósofo espiritualista brasileiro, Trigueirinho, já desencarnado, “a mente é que faz com que certos vírus se interessem por nós”. Para ele, ainda carecemos de vacinas porque não sabemos trabalhar harmonicamente com nossos pensamentos. Pensamos, sentimos, vibramos numa faixa espiritual e energética inferior, tornando-nos vulneráveis a todo tipo de bactéria e vírus.

Os pensamentos elevados, em harmonia com as diretrizes do Evangelho, nos conectam com dimensões espirituais superiores que robustecem nossa imunidade. Quando nos vinculamos às esferas da luz, fortalecemos nosso campo vibracional de proteção.

Onde existe um ponto fraco hereditário em nosso organismo, há também uma fragilidade energética - pouca força vital -, que oportuniza a entrada e o desenvolvimento de certas doenças. Esse processo de adoecimento, porém, dependerá sempre de nossa condição moral e mental ou de nossas necessidades evolutivas.

A fragilização de nossa imunidade estará sempre associada à congestão ou carência de energia vital em nosso cosmo orgânico, construindo ambiente favorável ao desenvolvimento de germes destruidores. Se temos um bom nível de energia vital, se essa energia circula amplamente em nossos corpos – físico e energéticos –, estaremos protegidos de doenças virais e bacterianas. Por isso Jesus nunca adoeceu, mas curava todas as enfermidades! Sua energia curativa, proveniente de seu psiquismo puro e elevado, era superior a qualquer energia mórbida e deletéria.

Somos muito vulneráveis aos vírus e bactérias porque estamos profundamente apegados à materialidade: dinheiro, poder, vaidades excessivas, sucesso, etc. Quanto mais apegados ao materialismo, mais abertos às energias perniciosas presentes na Terra. Quanto mais elevamos nossos interesses pessoais na direção da proposta do Evangelho – amor, justiça e caridade -, mais nos tornamos imunes e saudáveis.

Importante também compreender que certas doenças surgem para purificar nossos corpos espirituais, elevando nosso padrão vibratório. Neste momento em que escrevo – abril do ano de 2020 –, o novo Coronavírus (COVID-19) parece exercer esse papel de elevação vibracional dos indivíduos e dos ambientes terrenos, na elaboração de uma nova humanidade – o Mundo de Regeneração.

Para muitos, porém, a presença da doença física será apenas o mecanismo necessário para que retornem aos planos invisíveis, preparando-os para o exílio planetário ou para uma nova reencarnação no planeta em regeneração.


Rossano Sobrinho

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